Sempre Vilminha
PORTIFÓLIO DO GESTAR II EM PRESIDENTE MÉDICI, RO – COORDENADORA
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Apresentação em slide para Oficina de (In)discplina e Mediação de Conflitos na Escola
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Relatos da 1ª Semana Presencial em Porto Velho, incluindo as atividades desenvolvidas
A 1ª semana de formação em Porto Velho foi no mínimo diferente das minhas expectativas. Imagino que dos demais cursistas também. Não estávamos acostumados a ficar sentados apenas ouvindo e realizando algumas “tarefas”. Fiquei calada, pois como não é o meu “espaço” esperei que os formadores fizessem alguns questionamentos onde o Professora Aya pudessem colocar em jogo tudo que sabe (e acredito que sabe muito) sobre letramento. Ficou muito teórico e fugiu diversas vezes do tema central.
Achei que minha participação nas atividades do grupo foi produtiva. Mesmo estando entre ”feras” da Língua Portuguesa, consegui contribuir nas atividades propostas. Para elas tudo era muito simples de realizar, para mim, necessitava tempo para digerir a proposta, tempo para planejar a atividade, tempo para arriscar os primeiros rabiscos, coisas de pedagogo. Aprendi muito com minhas colegas de grupo e, rimos bastante também. É a mágica das letras, capaz de fazer rir, chorar, emocionar, refletir. Tudo muito naturalmente.
Acredito que deveria ter um instrumento de avaliação onde, os cursistas pudessem fazer suas colocações do que aprendeu o que deixou dúvidas e o que deveria aprofundar. Parece muito simples, mais dá um ótimo resultado como termômetro do que está sendo feito.
Aí vão nossas atividades em grupo:
TRABALHOS REALIZADOS PELO GRUPO:
1. Isabel Cristina
2. Rosa Maria
3. Francisca Elizabeth
4. Vilma Muniz
5. Mônica Maria
6. Aneliza Veloso
7. Elaine Cristina
TEXTO 1 - GÊNERO: Poético
Carimbo
Amâncio do Jaleco Branco
baixo, madrugando, trabalhando, ensinando, sonhando
Grancinha do Madeira
meia altura, limpando, servindo, sorrindo, se embelezando
Maurício do Terno Rosa
alto, observando, pescando, comendo, dançando
Amâncio do Jaleco Branco. Gracinha do Madeira.
Amâncio do Jaleco Branco - Gracinha do Madeira
Amâncio do Jaleco Branco Gracinha do Madeira
Amâncio do Madeira Gracinha do Jaleco Branco.
Maurício do Terno Rosa. Gracinha do Madeira.
Maurício do Terno Rosa - Gracinha do Madeira
Maurício do Terno Rosa Gracinha do Madeira
Maurício do Madeira Gracinha do Terno Rosa
Amâncio do Jaleco Branco. Gracinha do Madeira. Maurício do Terno Rosa.
Amâncio do Jaleco Branco - Gracinha do Madeira - Maurício do Terno Rosa.
Amâncio do Jaleco Branco Gracinha do Madeira Maurício do Terno Rosa
Amâncio do Terno Rosa Gracinha do Madeira Maurício do Jaleco Branco
Amâncio do Terno Rosa Maurício do Jaleco Branco
Amâncio do Madeira Gracinha do Jaleco Rosa Maurício do Jaleco Branco.
Gracinha do Madeira
sem graça
agraciada.
Amâncio Madrugando
Maurício Pescando
Gracinha Cuidando.
TEXTO 2 - GÊNERO: Conto
Encontro nas águas amazônicas
Numa linda tarde ensolarada, o único lugar para Grácio refugiar de seus pensamentos conflitantes - suas eternas inquietações pela sua paternidade - era a beira do rio.
O silêncio, o tempo azul, o movimento da linha, a espuma, até o arranco e o rasgão abrandam a sua angústia.
Naquele dia, porém, Grácio esperava encontrar uma resposta e sabia que ali nas águas um enígma o atraía, mas ele não entendia o porquê do chamado.
Sem expectativas, lança o anzol, sente um fisgar diferente subitamente abre a água e o que vê lhe é inacreditável. o peixe ali na sua frente não só parece, é o seu próprio rosto.
Então seriam verdadeiras as histórias que lhe contavam desde pequeno?
TEXTO 3 - GÊNERO: Anúncio
Imperdível
Vende-se uma casa em lugar tranquilo, com dois pavimentos, parcialmente reformada. Arborizada com enorme jardim, com revestimento de pedras em uma parede lateral. Garagem, sala de estar, sala de jantar, cozinha, escritório, lavabo, suíte revestida em mármore, dois quartos e closet. Preço a combinar. Aceita-se financiamento da caixa.
TEXTO 4 - GÊNERO: Conversação (oral)
__ É você, Lombardi?! Não, não! O Lombardi está aí. Hai, hai!!
__ Quem quer ... quer dizer ... quem sabe de quem é o cadáver encontrado à margem da lagoa Rodrigues de Freitas?
__ ?
__ Quem quer dinheiro?? Quem quer dinheiro??
__ Eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu,
euuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu?!!!
__ Quemmmmm eu vou chamar, quemmmmm eu vou chamar????? Quem sabe, quem sabe de quem é o cadáver?!!! Você, você aí de blusa laranja, a morena, a morena.
__ Eu, Sílvio???!!!
__ Você mesma, veio em qual caravana, minha filha?
__ Da Rodrigues de Freitas.
__ Então vai ganhar os 50,,00 reias. De quem é o cadáver??? De quem é o cadáver??? Não sabe, não sabe?? Sai prá lá!! Sai prá lá!!! Diga aí, Lombardi. O Lombardi também não sabe.!!!
__ Roda, roda, roda. Roda, roda, roda. Roda, roda, roda, rodôôôôôôôôô!!!!!!
__ O prêmio está acumulado para o próximo domingo.
TEXTO 5 - GÊNERO: Epistolar (carta)
Victúprio de Trás os Montes, 02 de abril de 2009.
Caro amigo, Procópio
Estou te escrevendo hoje, porque se fosse ontem você não acreditaria.
Quero mais uma vez melhor explicar as falácias as quais estive exposto nos últimos dias, ou melhor, as consequências que delas me vieram.
Fiquei de fato vituperado ao receber a resposta da carta que lhe enviei. É ignóbil a maneira como me entenderam naquele episódio perfunctório que relatei. Nos últimos meses, venho enfrentando uma verdadeira defenestração em minha vida. Confesso que pensei em uxoricídio. Procurei um especialista e o diagnóstico, você não faz ideia: apoplexia aguda. Tenho vivido à base de sibilinos. Chego a tomar três cápsulas ao dia. Meu maior medo é o efeito colateral - o risco de ficar muxuango.
Mas acho que estou melhorando, pois já consegui me abrir com você através desta carta. Obrigado por me ouvir.
Um grande abraço de seu amigo Ugulino, o humilde
hermeneuta.
TEXTO 6 - GÊNERO: Poético
REVERSO
Oh! Perfunctório. Perfeito ser deslumbrante
Sedutora luz no meu destino
vituperado no momento vibrante
conhecê-lo no soar do sino.
Falácia! Não, não acredito
o ignóbil tentou nos afastar
mas, Sibilino, não seja maldito
Hermeneuta existe para aproximar.
Fique, meu muxuango, não vá
Provarei minha fiel inocência
Fique, vida minha, não sou má.
O uxoricídio mostrará a apoplexia
De uma defenestração fatal
Devido a uma simples acrobacia.
Achei que minha participação nas atividades do grupo foi produtiva. Mesmo estando entre ”feras” da Língua Portuguesa, consegui contribuir nas atividades propostas. Para elas tudo era muito simples de realizar, para mim, necessitava tempo para digerir a proposta, tempo para planejar a atividade, tempo para arriscar os primeiros rabiscos, coisas de pedagogo. Aprendi muito com minhas colegas de grupo e, rimos bastante também. É a mágica das letras, capaz de fazer rir, chorar, emocionar, refletir. Tudo muito naturalmente.
Acredito que deveria ter um instrumento de avaliação onde, os cursistas pudessem fazer suas colocações do que aprendeu o que deixou dúvidas e o que deveria aprofundar. Parece muito simples, mais dá um ótimo resultado como termômetro do que está sendo feito.
Aí vão nossas atividades em grupo:
TRABALHOS REALIZADOS PELO GRUPO:
1. Isabel Cristina
2. Rosa Maria
3. Francisca Elizabeth
4. Vilma Muniz
5. Mônica Maria
6. Aneliza Veloso
7. Elaine Cristina
TEXTO 1 - GÊNERO: Poético
Carimbo
Amâncio do Jaleco Branco
baixo, madrugando, trabalhando, ensinando, sonhando
Grancinha do Madeira
meia altura, limpando, servindo, sorrindo, se embelezando
Maurício do Terno Rosa
alto, observando, pescando, comendo, dançando
Amâncio do Jaleco Branco. Gracinha do Madeira.
Amâncio do Jaleco Branco - Gracinha do Madeira
Amâncio do Jaleco Branco Gracinha do Madeira
Amâncio do Madeira Gracinha do Jaleco Branco.
Maurício do Terno Rosa. Gracinha do Madeira.
Maurício do Terno Rosa - Gracinha do Madeira
Maurício do Terno Rosa Gracinha do Madeira
Maurício do Madeira Gracinha do Terno Rosa
Amâncio do Jaleco Branco. Gracinha do Madeira. Maurício do Terno Rosa.
Amâncio do Jaleco Branco - Gracinha do Madeira - Maurício do Terno Rosa.
Amâncio do Jaleco Branco Gracinha do Madeira Maurício do Terno Rosa
Amâncio do Terno Rosa Gracinha do Madeira Maurício do Jaleco Branco
Amâncio do Terno Rosa Maurício do Jaleco Branco
Amâncio do Madeira Gracinha do Jaleco Rosa Maurício do Jaleco Branco.
Gracinha do Madeira
sem graça
agraciada.
Amâncio Madrugando
Maurício Pescando
Gracinha Cuidando.
TEXTO 2 - GÊNERO: Conto
Encontro nas águas amazônicas
Numa linda tarde ensolarada, o único lugar para Grácio refugiar de seus pensamentos conflitantes - suas eternas inquietações pela sua paternidade - era a beira do rio.
O silêncio, o tempo azul, o movimento da linha, a espuma, até o arranco e o rasgão abrandam a sua angústia.
Naquele dia, porém, Grácio esperava encontrar uma resposta e sabia que ali nas águas um enígma o atraía, mas ele não entendia o porquê do chamado.
Sem expectativas, lança o anzol, sente um fisgar diferente subitamente abre a água e o que vê lhe é inacreditável. o peixe ali na sua frente não só parece, é o seu próprio rosto.
Então seriam verdadeiras as histórias que lhe contavam desde pequeno?
TEXTO 3 - GÊNERO: Anúncio
Imperdível
Vende-se uma casa em lugar tranquilo, com dois pavimentos, parcialmente reformada. Arborizada com enorme jardim, com revestimento de pedras em uma parede lateral. Garagem, sala de estar, sala de jantar, cozinha, escritório, lavabo, suíte revestida em mármore, dois quartos e closet. Preço a combinar. Aceita-se financiamento da caixa.
TEXTO 4 - GÊNERO: Conversação (oral)
__ É você, Lombardi?! Não, não! O Lombardi está aí. Hai, hai!!
__ Quem quer ... quer dizer ... quem sabe de quem é o cadáver encontrado à margem da lagoa Rodrigues de Freitas?
__ ?
__ Quem quer dinheiro?? Quem quer dinheiro??
__ Eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu,
euuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu?!!!
__ Quemmmmm eu vou chamar, quemmmmm eu vou chamar????? Quem sabe, quem sabe de quem é o cadáver?!!! Você, você aí de blusa laranja, a morena, a morena.
__ Eu, Sílvio???!!!
__ Você mesma, veio em qual caravana, minha filha?
__ Da Rodrigues de Freitas.
__ Então vai ganhar os 50,,00 reias. De quem é o cadáver??? De quem é o cadáver??? Não sabe, não sabe?? Sai prá lá!! Sai prá lá!!! Diga aí, Lombardi. O Lombardi também não sabe.!!!
__ Roda, roda, roda. Roda, roda, roda. Roda, roda, roda, rodôôôôôôôôô!!!!!!
__ O prêmio está acumulado para o próximo domingo.
TEXTO 5 - GÊNERO: Epistolar (carta)
Victúprio de Trás os Montes, 02 de abril de 2009.
Caro amigo, Procópio
Estou te escrevendo hoje, porque se fosse ontem você não acreditaria.
Quero mais uma vez melhor explicar as falácias as quais estive exposto nos últimos dias, ou melhor, as consequências que delas me vieram.
Fiquei de fato vituperado ao receber a resposta da carta que lhe enviei. É ignóbil a maneira como me entenderam naquele episódio perfunctório que relatei. Nos últimos meses, venho enfrentando uma verdadeira defenestração em minha vida. Confesso que pensei em uxoricídio. Procurei um especialista e o diagnóstico, você não faz ideia: apoplexia aguda. Tenho vivido à base de sibilinos. Chego a tomar três cápsulas ao dia. Meu maior medo é o efeito colateral - o risco de ficar muxuango.
Mas acho que estou melhorando, pois já consegui me abrir com você através desta carta. Obrigado por me ouvir.
Um grande abraço de seu amigo Ugulino, o humilde
hermeneuta.
TEXTO 6 - GÊNERO: Poético
REVERSO
Oh! Perfunctório. Perfeito ser deslumbrante
Sedutora luz no meu destino
vituperado no momento vibrante
conhecê-lo no soar do sino.
Falácia! Não, não acredito
o ignóbil tentou nos afastar
mas, Sibilino, não seja maldito
Hermeneuta existe para aproximar.
Fique, meu muxuango, não vá
Provarei minha fiel inocência
Fique, vida minha, não sou má.
O uxoricídio mostrará a apoplexia
De uma defenestração fatal
Devido a uma simples acrobacia.
Memorial de Leitura
A memória mais antiga que tenho como leitora se reporta aos anos do antigo primário. Lembro que minha escola ( Colégio Bahia no Rio de Janeiro) tinha um auditório onde funcionava um espaço para leitura e teatros. Minha primeira professora chamava-se Lia a quem costumo me referir como a “Doce Lia”. Ela proporcionava momentos de grande prazer com os livros. Isto me tornou ainda cedo uma boa leitora. Quando aconteciam atividades cívicas no colégio eu era convidada para fazer as leituras. Cheguei a ser a “oradora oficial” eleita pelos alunos do colégio.
Na minha casa era muito comum a leitura, pois o meu pai fazia momentos devocionais com a família, onde era lido um texto da Bíblia e ele fazia uma exposição do conteúdo. Mesmo sem muito estudo meu pai era bom nisso! Tínhamos muitas literaturas evangélicas.
Meu pai trabalhava na Bloch Editora, por isso não faltava em nossa casa fotonovelas, revistas de moda, culinária, documentários, diversão (como palavras cruzadas), etc.
Costumava fazer leitura para uma senhora que cuidava da casa e era analfabeta.
Cresci aprendendo a ler todo o tipo de literatura, mas meus preferidos eram os que envolviam mistérios e suspense.
Acabei trazendo isto ao longo da minha vida. Até hoje gosto muito da leitura e da escrita.
Na minha casa era muito comum a leitura, pois o meu pai fazia momentos devocionais com a família, onde era lido um texto da Bíblia e ele fazia uma exposição do conteúdo. Mesmo sem muito estudo meu pai era bom nisso! Tínhamos muitas literaturas evangélicas.
Meu pai trabalhava na Bloch Editora, por isso não faltava em nossa casa fotonovelas, revistas de moda, culinária, documentários, diversão (como palavras cruzadas), etc.
Costumava fazer leitura para uma senhora que cuidava da casa e era analfabeta.
Cresci aprendendo a ler todo o tipo de literatura, mas meus preferidos eram os que envolviam mistérios e suspense.
Acabei trazendo isto ao longo da minha vida. Até hoje gosto muito da leitura e da escrita.
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Este Blog tem como objetivo apresentar minhas reflexões no curso Gestar II de Língua Portuguesa - Portifólio. Mas não poderia também deixar de proporcionar um espaço de interação com outros educadores, Afinal, isto é um Blog!
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- Uma pessoa simples que luta para aproveitar as boas coisas que Deus nos proporciona a cada dia.